Era uma vez uma menina de 16 anos, que resolveu criar um blog para desabafar... E que agora, aos 21, continua a escrever. De teen a adulta; de Portugal à Holanda - A saga!

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Abr 09

 

Dizem que é sempre bom desabafar. E é por estas e por outras que fico feliz por, um dia, me ter lembrado de criar um blog.
 
Passa-se o seguinte: eu, felizmente, sempre tive na minha vida pessoas que acreditam em mim e nas minhas capacidades. Pessoas que se orgulham de mim quando algo de bom acontece, pessoas que me apoiam quando algo não corre como esperado.
 
Tenho um professor que não acredita em mim. Não acredita em mim de todo. Meteu na cabeça que eu não sou inteligente o suficiente, ou que não me esforco o suficiente. Talvez uma combinação das duas, não sei.
 
Até aí tudo bem. Não é obrigatório para toda a Humanidade acreditar nas minhas capacidades. Agora, o que me deixa profundamente triste/frustrada, é o facto desses pensamentos e opiniões levarem a uma perda de objectividade.
Quando se é professor, ainda para mais numa Universidade, é necessário ser-se, acima de tudo, objectivo. Quando se classifica alguém, há que classificá-lo pelo que fez e mostrou, não pelo que se acha que essa pessoa é capaz.
 
Hoje tive um exame prático com esse professor. Nós éramos 3 e, não é para me gabar (quem me conhece sabe que eu não sou dessas coisas, antes plo contrário, é-me costumeiro ser bastante auto-depreciativa), fui eu quem demonstrou as melhores técnicas. Normalmente isto não aconteceria, visto que um dos rapazes que fez o exame comigo costuma ser muito melhor do que eu. Mas a verdade é que aconteceu.
 
Ainda assim, o prof deu-me um 6 (de 0 a 10), um 6 a um outro rapaz e um 7 ao que costuma ser melhor. Geralmente um 6 com esre prof não seria motivo para tristezas; o máximo que ele dá são 8, e a cadeira dele é relativamente complicada.
 
No fim do exame, o senhor deu-se ao desplante de dizer “O Cho teve um 6, e fiquei feliz. A Susana teve um 6, e fiquei feliz. O Tobi teve um 7... E acho que conseguias mais”.
 
Ahm... HELLO?!
 
Claramente, o senhor decidiu que eu não sou capaz de mais de um 6 e, por isso mesmo, foi o que me deu, apesar da minha prestação (e os meus conhecimentos na matéria) serem bastante mais elevados.
 
Não sei se sou eu que estou mal habituada, mas DAMN, estas m*rdas fazem-me querer desistir disto tudo!!
 
Eu sei, eu sei, o que conta é o que eu sei, e bla bla... Mas não custava muito, penso eu, pelo menos uma vez na vida, este prof dar um pouco mais de valor ao meu esforço. Sei que numa Universidade normal isto não acontece, mas nesta, onde todos gabam a relacão professor-aluno, onde os profs e alunos vão a jantares juntos e todo o mais...
 
FRUSTRATION!!!!!!
publicado por Nana às 11:16
sinto-me: GAHHHH
música: nenhuma, estou na biblioteca da univ

comentários:
O Problema é que os professores são pessoas...e pessoas definem-se por uma data de caracteristicas boas e más...

Pelos vistos esse professor tem mesmo falta de objectividade...

Não desanimes... afinal não passa de um professor e um dia destes vai está lá atrás e a tua vida é bem lá à frente :)

Uma boa páscoa

Beijinhos Nanita
PrincesaVirtual a 9 de Abril de 2009 às 22:54

Ora não vindo a estes lados há algum tempo (tomara eu ter estado num retiro espiritual em Kuala Lumpur), tens de ver a coisa pelo lado positivo, sim, que há sempre um lado positivo... Tiveste um 6, que por acaso é a nota máxima na escala do homenzinho, ou seja, tiveste a nota máxima... Não sei se melhora, mas pronto... ;)
Fernando a 18 de Abril de 2009 às 09:49

Um ano após escrever o último artigo como Gaybriel em “No silêncio dos meus sentidos”, regresso, agora acompanhado ao “No silêncio dos meus sentidos... A dois! ”.
Naveguei durante anos à deriva, percorri quilómetros em busca de um sonho que sempre julguei difícil de alcançar, no entanto… hoje sou o homem mais feliz do mundo, pois encontrei o amor e a minha estabilidade emocional ao lado do Peter.
O Peter, que em parceria comigo, decidimos a partir de hoje partilhar com todos os que tencionam passar lá , os nossos sentimentos, os nossos sonhos, as nossas memórias do passado, os nossos desejos para o futuro e até as nossas opiniões de uma forma geral.
“No silêncio dos meus sentidos...A dois",nós os dois e o mundo.

Gaybriel & Peter
Gaybriel & Peter a 7 de Maio de 2009 às 13:30

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